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Os maiores artilheiros da história da Copa do Mundo

A curiosidade exata sobre quantos gols faltam para Kylian Mbappé virar o maior artilheiro das Copas tem uma resposta matemática direta. O fenomenal atacante francês tem atualmente 12 gols anotados e está na perseguição imediata ao ex-centroavante alemão Miroslav Klose, o dono do recorde absoluto de gols, que encerrou sua carreira na seleção com 16 bolas na rede.

Portanto, a missão do jovem parisiense é clara: se ele balançar as redes quatro vezes no próximo torneio, empatará na primeira posição; se conseguir marcar pelo menos cinco vezes, sentará sozinho no trono da história do esporte.

Como Miroslav Klose chegou ao topo

A trajetória gloriosa do lendário camisa 11 da Alemanha foi pautada por um modelo letal de posicionamento. Ele construiu essa marca de maneira cirúrgica, participando de quatro edições consecutivas da maior competição de futebol do planeta, entre os anos de 2002 e 2014. Logo em sua grande estreia nos gramados da Coreia do Sul e do Japão, o alemão impressionou torcedores ao anotar cinco tentos apenas na fase de grupos.

Quatro anos depois, jogando diante da sua própria torcida na Alemanha, ele garantiu a Chuteira de Ouro oficial com mais cinco bolas na rede. Em 2010, na África do Sul, Klose acrescentou mais quatro finalizações certeiras ao currículo. A coroação majestosa aconteceu de forma cinematográfica no Brasil em 2014. O atacante veterano marcou duas vezes naquele evento, sendo o seu derradeiro gol justamente na vitória alemã contra a seleção brasileira, momento em que ultrapassou o recorde que pertencia a Ronaldo Nazário até aquele fatídico dia.

Os maiores goleadores de todos os tempos

Para entender de fato o tamanho da parede de defensores que o atacante francês terá de furar, é essencial visitar o nosso retrovisor esportivo. A seleta elite mundial dos finalizadores conta com craques geniais que brilharam em gramados de diferentes continentes.

Abaixo, os grandes donos dos números que formam o topo do ranking:

1. Miroslav Klose (Alemanha) – 16 gols

O eterno centroavante de ofício germânico lidera a tábua de estatísticas com exibições seguras divididas de forma constante por 24 partidas.

2. Ronaldo Nazário (Brasil) – 15 gols

O ídolo nacional canarinho exibiu a sua genialidade na França em 1998 e especialmente na campanha triunfal de 2002, onde marcou oito tentos em sete jogos. Somando seus três últimos na Alemanha em 2006, o craque da camisa nove se manteve isolado no primeiro posto por longos oito anos.

3. Gerd Müller (Alemanha) – 14 gols

O grande e oportunista terror das grandes áreas alemãs atingiu uma somatória formidável disputando somente dois eventos oficiais. O atacante cravou dez finalizações no México em 1970 e outras quatro como anfitrião e campeão de 1974.

4. Lionel Messi (Argentina) e Just Fontaine (França) – 13 gols

Aqui ocorre um empate inusitado de estilos e eras de jogo. Enquanto o avassalador atacante francês Just Fontaine marcou seus absurdos 13 gols jogando em apenas uma única competição em 1958, o craque sul-americano chegou ao número após cinco participações diferentes, tendo como ponto alto a campanha do tricampeonato albiceleste no Catar.

6. Pelé (Brasil) e Kylian Mbappé (França) – 12 gols

O eterno Rei do Futebol espalhou o seu talento incomparável durante as festas de 1958, 1962, 1966 e 1970. Lado a lado com a majestade do esporte está justamente o astro atual, que encostou nesta fatia nobre de artilheiros e se apresenta como o candidato mais forte a reescrever os antigos livros de estatísticas da federação internacional de futebol.

A ameaça de Mbappé no torneio de 2026

Com a abertura dos portões americanos programada, todos os olhares da grande imprensa se direcionam à ponta esquerda da seleção europeia de azul. O trunfo central da trajetória de Kylian é a precocidade aliada ao seu faro de decisão. Ele solidificou a sua marca incrível de 12 bolas na rede jogando somente os campeonatos da Rússia e do Catar. Agora, o experiente atacante chega à América do Norte com apenas 27 anos de idade, uma condição física imponente e bagagem emocional para jogos decisivos.

A perspectiva esportiva contemporânea demonstra que a liderança geral pode mudar de mãos em breve. Como ele lidera os ataques da sua seleção nacional, basta a ele manter a performance já apresentada em solo europeu e asiático para liquidar as contas e assumir a coroa da artilharia do futebol de seleções.

Esses cruzamentos matemáticos e tabelas confirmam definitivamente a relevância astronômica do talentoso ponta direita nascido nos subúrbios parisienses. Assistir de camarote a evolução veloz da sua contagem pessoal não se trata mais apenas da crônica esportiva comum diária, mas do registro do nascimento orgânico de uma grande lenda viva.

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