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Buffon pede demissão de cargo da seleção da Itália

Gianluigi Buffon não é mais chefe de delegação da seleção italiana. O anúncio foi divulgado pelo próprio ex-goleiro, em suas redes sociais, dois dias após a Itália ficar fora da Copa do Mundo de 2026.

O ídolo do país pediu demissão pouco depois do presidente da Federação Italiana de Futebol (FIGC), Gabriele Gravina, renunciar ao cargo. O cartola estava à frente da entidade desde 2018 e vinha sendo pressionado pelos torcedores e pelo governo.

Em seu comunicado (confira completo abaixo), Buffon agradeceu colegas de trabalho, citando o técnico Gennaro Gattuso. Apesar da pressão popular por sua saída, o comandante ainda segue oficialmente no cargo.

A tetracampeã está de fora de seu terceiro mundial consecutivo. A última vez que os italianos disputaram o principal torneio do futebol foi em 2014, no Brasil. A Bósnia e Herzegovina, que conquistou a vaga sobre a Azzurra e entrou no grupo B da competição, com Canadá, Suíça e Catar.

Comunciado de Buffon sobre sua saída.

Renunciar um minuto após o fim da partida contra a Bósnia foi um ato urgente, que veio do fundo de mim. Tão espontâneo quanto as lágrimas e a dor no meu coração que sei que compartilho com todos vocês. Pediram-me para esperar até que todos tivessem tempo para refletir. Agora que o Presidente Gravina optou por se afastar, sinto-me livre para fazer o que considero um ato responsável, porque, apesar da minha sincera convicção de que construí muito em termos de espírito de equipe e com Gattuso e todos os meus colaboradores, no curtíssimo período disponível para a seleção, o principal objetivo era levar a Itália de volta à Copa do Mundo. E não conseguimos. É justo deixar que aqueles que me sucedem tenham a liberdade de escolher a pessoa que considerarem mais adequada para ocupar o meu lugar. Representar a seleção nacional é uma honra para mim e uma paixão que me consome desde criança. Procurei interpretar meu papel dedicando-me inteiramente a ele, examinando todos os setores para que fossem uma ligação, uma ligação para o diálogo e a sinergia entre as diversas equipes de base, buscando estruturar, juntamente com os vários gestores, um projeto que começa com os mais jovens e chega até a seleção principal sub-21. Tudo isso para repensar a maneira como cultivamos os talentos da futura seleção principal. Solicitei e obtive a inclusão de algumas figuras-chave, altamente experientes, que, juntamente com as habilidades já presentes, estão promovendo essas mudanças necessárias com uma visão de médio e longo prazo. Isso porque acredito na política de meritocracia e especialização de tarefas. Caberá aos responsáveis ​​julgar a sabedoria dessas escolhas. Guardo tudo no coração, com gratidão pelo privilégio e pelas lições que, mesmo em seu doloroso epílogo, essa intensa experiência me proporcionou.

Forza Azzurri sempre.

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