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Rossi compara sentimento de Libertadores para Flamengo e Boca

O goleiro argentino Agustín Rossi vê semelhanças no sentimento de torcedores de Boca Juniors e Flamengo com relação a Copa Libertadores. Ex-jogador do Boca entre 2017 e 2022, em entrevista exclusiva à PLACAR para o Guia da Libertadores de 2026, Rossi apontou que ambos os clubes tratam o torneio como uma obsessão de conquista a cada edição.

“Eu acho que a Libertadores para os dois [clubes] virou uma obsessão muito grande. O Boca conquistou a última Libertadores em 2007, mas já são quase 20 anos que não consegue ganhar a competição. Por ser argentino, sei que todos os torcedores do Boca querem muito. É uma obsessão muito grande [para eles]. Eu tive a possibilidade de jogar lá e de ficar bem perto de conquistar em 2018. Naquele momento ficamos perto, mas ter conquistado a Libertadores com o Flamengo, para mim, é um orgulho e muito mais gratificante. Pessoalmente, cumpri um dos maiores sonhos que tinha. Então, acho que para as duas torcidas virou uma obsessão, quase uma obrigação. E hoje, o Flamengo ser o primeiro tetracampeão do Brasil faz uma pequena diferença em relação ao resto”, disse o jogador.

 

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Decisivo em praticamente todas as fases da campanha que consagrou o Rubro-Negro como o primeiro clube brasileiro tetracampeão do torneio, com defesas marcantes nos jogos contra o Deportivo Táchira, Estudiantes e Racing, Rossi se recuperou no Flamengo de uma frustração que carregou por quase sete anos.

Em 2018, o jogador foi titular do Boca na primeira final da Libertadores, diante do River Plate, no empate por 2 a 2 em La Bombonera, mas viu do banco de reservas do Santiago Bernabéu a derrota para o arquirrival no decisivo confronto do torneio.

O revés também frustrou o plano xeneize de igualar o Independiente como maior campeão do torneio, com sete títulos. Em 2023, o Boca novamente chegou à final contra o Fluminense, mas também acabou derrotado na prorrogação.

O Flamengo, por sua vez, esteve em quatro das últimas sete finais da competição, vencendo três delas – em 2019, 2022 e 2025. Desde 2020 que o jogo decisivo é disputado por dois clubes brasileiros. O último título de um time estrangeiro foi justamente o do River, em 2018.

“O fato de entrarmos quase sempre como favoritos deixa essa esperança um pouco mais próximo [de uma conquista]. É óbvio que, ao disputar a competição, cada um sempre quer vencer, mas o campeão será um só. E esperamos estar cada dia mais perto de nos tornarmos os maiores campeões da América, seria um enorme privilégio”, concluiu.

Capa da edição 1534, o guia da Libertadores 2026 - PLACAR

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