A Universidad Católica confirmou que o duelo contra o Boca Juniors, pela Copa Libertadores de 2026, será disputado sem a presença de torcedores visitantes. A decisão foi motivada por questões de segurança pública impostas pelas autoridades chilenas.
Decisão das autoridades chilenas por alto risco
A determinação partiu da Delegação Presidencial Metropolitana do Chile, que classificou o confronto como de “alto risco”. A medida visa garantir a integridade física dos moradores e preservar a infraestrutura da Claro Arena, em Santiago.
O histórico recente de violência em jogos internacionais no Chile foi um fator determinante. As autoridades demonstraram receio de que a rivalidade entre torcidas argentinas e chilenas pudesse gerar novos incidentes, optando pela restrição total ao público visitante no jogo marcado para 7 de abril.
Impasse sobre a carga de ingressos regulamentar
Antes do veto total, houve um impasse logístico entre as diretorias. A Universidad Católica ofereceu apenas 450 ingressos, número significativamente inferior aos 2.000 bilhetes exigidos pelo regulamento da Conmebol.
Sem um consenso sobre o cumprimento da cota e a garantia de segurança, as autoridades optaram pela proibição definitiva. A ausência da torcida xeneize altera o ambiente de um dos jogos mais aguardados do Grupo D.
Impacto para o Cruzeiro no Grupo D
O Cruzeiro acompanha a situação com atenção, pois também viajará ao Chile para enfrentar a equipe local. A diretoria mineira monitora se as restrições de segurança serão mantidas para os torcedores brasileiros ou se o cenário será normalizado nas rodadas seguintes.
Além do time mineiro, o Barcelona de Guayaquil também integra a chave. A logística de segurança em Santiago torna-se, assim, um ponto central de planejamento para todos os clubes do grupo.
- Data do confronto: 7 de abril de 2026
- Local da partida: Claro Arena, Santiago
- Grupo afetado: Grupo D da Libertadores
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